Luso-Poetas
3.24.2008
Flores de cera
Chamei o meu ser que pensa
para ralhar com o que sente.
Sempre que os ponho em presença
sorrio, piedosamente.
Sorriso, quem te perdera?
Renda que aos lábios assoma.
Raminho de flores de cera
coberto por uma redoma.
António Gedeão
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